Esse sem dúvida foi o meu livro favorito do John Green, mesmo que muitas pessoas tenham odiado. Eu consegui vê muita coisa nele. Não tinha nada a ver com essas histórias de amor que a gente lê ou assiste por aí. Trata-se de um amor real, que assim como surgiu, um dia teve que desaparecer. Trata-se da dificuldade de superar esse amor, de criar algo lógico pra justificar esse fim. Não vou contar o final, e muito menos vou me estender nessa discussão, pois já escrevi sobre o livro aqui. Mas posso dizer que a vida pode ser incrível quando a gente decide parar de pensar no problema e viver. Quando a gente passa a enxergar que nossas ações contribuem para cada relação que temos, que nem tudo será apenas culpa do outro (Sempre há 50% de chance pra cada, seja por excesso ou falta de ação.). Há muitas pessoas no mundo, só precisamos olhar melhor a nossa volta e permitir que as coisas aconteçam. Querer ser especial para ser importante não deve ser um objetivo de vida, pois você sempre será especial para as pessoas que gostam de você, não precisa inventar uma grande fórmula para isso.
“(...) o que é importante pra você define o seu nível de
importância...”


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