O que falar dessa animação? Eu
assisti sem grandes expectativas, achando que era apenas um desenho, mas me
enganei.
Tudo começa com o nascimento de
uma menina. De repente ela abre os olhos e... algo acontece em seu cérebro. As
emoções ganham vida dentro da mente da menina, como se fossem pessoas
controlando todas as suas decisões, dando conselhos nas situações do dia a dia.
Alegria, Tristeza, Medo, Nojinho e Raiva são as emoções ativadas nessa
animação, e que nos levam para um mundo completamente novo, onde encontramos
aquele amigo imaginário que foi abandonado na infância, aquela lembrança antiga
das brincadeiras em família, aquela amizade inseparável da escola antiga. Um
lugar onde Riley (nome da personagem principal) guarda todo tipo de coisa, onde
são produzidos os sonhos e também os pesadelos, onde se esconde os mais
diversos tipos de medo, onde a alegria faz de tudo para que a vida seja
perfeita. Mas, assim como na vida real,
nem tudo acontece da forma esperada. Nem tudo é só alegria e felicidade.
Riley vê sua vida ser virada de
cabeça pra baixo quando sua família decide se mudar. Uma nova casa, nova escola
e novos amigos fazem parte da sua nova vida e suas emoções acabam se agitando
dentro de sua mente. A Alegria tenta fazer de tudo para colocar ordem no centro
de controle, mas essa é uma missão difícil quando se tem a Tristeza o tempo
todo ao seu lado.
Um filme divertido, encantador,
que é capaz de nos fazer pensar sobre as várias etapas da nossa vida, sobre
nossas emoções e nossas lembranças. E tudo isso de um jeito tão simples, que é
impossível não se apaixonar por essa animação. Quem nunca parou pra pensar o
que acontece na mente humana? O que acontece quando deixamos a tristeza, a
raiva ou o medo dominar?
Passamos por tantas coisas o
tempo todo. Tantas transformações, tantas mudanças (tanto físicas quanto
psicológicas) que acaba se tornando impossível ter o controle de tudo. E vira e
mexe a vida também muda, as coisas, assim como as pessoas, acabam trocando de
lugar: os amigos, a escola...Afinal estamos sempre amadurecendo com o passar
dos anos. “O que poderia acontecer?”


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