28 novembro 2016

Gilmore Girls: Um Ano para Recordar


Como faz pra aparecer mais episódios? Pela primeira vez na vida 90 minutos pareceram segundos. E eu que nunca me liguei nesse lance de mudança das estações comecei a gostar de olhar para o tempo. Sempre tive meu pé atrás com o Inverno, mas de repente ele começou a ser um tanto significativo, com a chegada da neve e das Gilmore. Teve alguns momentos tristes (Richard sempre vai deixar saudades), aqueles diálogos rápidos que a gente tanto ama, e as famosas referências de filmes, livros, séries. Quem está por fora do que acontece no mundo acaba perdendo a piada. Foi tão bom rever todos os personagens e perceber que nada mudou, ainda são os mesmos. Aquela parada rápida para o café, uma corrida pela cidade, passando bem rápido pela escola de dança da Senhorita Patty e já podemos vê mais um festival acontecendo pela praça. Mas andar por Stars Hollow e não visitar a melhor amiga é algo imperdoável. Por isso é bom dar uma passada na Lane e ouvir a banda tocar. Fica inevitável não esbarrar no Kirk na volta, afinal, ele está em todos os lugares, trabalhando com o que aparece. Será que esse lance de OOOber vai emplacar? Então as estações começam a mudar: Primavera, Verão...e pela primeira vez podemos ver as Gilmore pegando sol na piscina. Uma cena rara, mas muito divertida! Ainda mais por citar khaleesi (Game of Thrones) em uma de suas conversas. A vida de Rory anda uma bagunça, o que ninguém esperava, afinal ela sempre foi a melhor aluna e todos esperavam um futuro mais promissor. Isso só mostra que nem tudo é fácil, que é preciso batalhar pra chegar em algum lugar, até mesmo se tratando de um mundo de ficção (que parece tão real...). Finalmente chega o Outono e o coração vai apertando...onde está Sookie? Será que não vai aparecer? Falta vinte minutos de episódio...e espera...ouvi barulhos na cozinha do Dragonfly Inn e de repente meus olhos brilham iguais aos da Lorelai ao avistar Sookie...Nem preciso dizer que foi quase impossível segurar as lágrimas. Ah eu acabei não mencionando que minutos antes pude acompanhar a ida da Rory ao mercado (ainda não entendi porque a Lorelai queria um alfinete) e acabei sendo surpreendida junto com ela ao esbarrar no Dean na saída (Sempre lindo!). Confesso que voltei a torcer para que ela terminasse com ele (#teamDeanforever). Mas conforme a conversa foi se desenrolando, eu percebi que era um adeus. E tive que me despedir junto com a Rory do melhor namorado que uma garota poderia ter (Dean...o amido de milho.). Foram tantos momentos bons, tantas lembranças...e aquele final? Lorelai finalmente decidiu o que queria da vida, depois de freqüentar a terapia com sua mãe (Quem diria!) e fazer uma viagem ao estilo Livre (o livro e não o filme), ela resolve se casar com o melhor cozinheiro da cidade (Ah Luke...como esperei por isso!). E o melhor de tudo foi a cena final, com a Rory revelando para sua mãe que ela era: Tal mãe, tal filha.


Obs.: Eu não sou muito fã do Jess, mas preciso confessar que ele deu a melhor ideia do mundo para a Rory. E eu espero que se torne realidade!

25 outubro 2016

A Year in the Life

Como dia 25 de novembro ainda não chegou e eu não consigo controlar minha ansiedade, resolvi procurar algumas fotos e reportagens da minha série preferida. Acabei me deparando com o trailer do Netflix, que vem com a entrevista de algumas pessoas do elenco (o engraçado é que depois vi que já tinham me mandado no facebook o trailer normal, rs). Não tem como descrever a emoção de vê cada personagem dessa série de volta. Foram muitos anos acompanhando cada história, dando risada, chorando, com cada um deles. Voltar para Stars Hollow depois de 9 anos é fazer minha vida ter sentido novamente. Com certeza é a melhor notícia de 2016! 


A única parte ruim é a falta que 2 pessoas farão nessa jornada. O Richard que não estará presente devido o falecimento do ator. E o meu primo Bruno, que infelizmente nos deixou, mas era uma das pessoas que acompanhou a série comigo e comentou cada episódio. Nem preciso dizer que ele foi a primeira pessoa que me deu a notícia da volta da série (e o Gustavo também claro, rs). Esse ano a série volta para uma despedida, mas sem o telefonema com as discussões no final. Mas eu sei que tudo vai ser incrível e que lá de cima eles estarão assistindo juntos cada episódio...

2000 - 2007

31 agosto 2016

Não se Apega, Não

Eu sei que ando meio distante, fugindo desse meu lado “escritora”, mas é que a vida andou tão complicada que acho que me perdi (um pouco mais). De repente eu não sabia mais quem eu era, o que eu gostava, o que me fazia levantar todas as manhãs, o que me motivava. Não sei se estou conseguindo explicar, mas é que é difícil colocar certas coisas em palavras. Só sei que em meio a essa bagunça eu me deparei com o livro da Isabela Freitas: Não Se Apega, Não (Eu sei que eu tinha um pé atrás com esse livro. Achava que jamais ia ler. Um “pré-conceito” bobo.). E pra minha surpresa eu adorei o livro!

Sabe aquele livro que se encaixa com o momento que você está vivendo? Foi bem assim. Acho que era um sinal de Deus. Eu estava ali na Loja Americana olhando os livros e de repente alguma coisa dentro de mim dizia que eu deveria comprar.

Uma coisa engraçada foi a minha certeza do que era Desapego quando comecei a leitura. Mas conforme eu ia avançando nas páginas a definição da palavra ficava mais clara e eu vi que não era nada do que eu pensava. E eu percebi que era algo muito mais difícil. Nessas horas a gente percebe que usa certas palavras de forma errada.

“O desapego é saber se desprender de tudo aquilo que te retém, faz mal e sufoca.”


Então eu percebi que eu preciso mudar minha vida completamente. Essa confusão em que me encontro é justamente porque não me desapeguei de nada. Ainda vivo no passado e vivo querendo que certas coisas que aconteciam lá atrás ainda se repitam nos dias de hoje, rs. Que tola. (Eu sei que as coisas mudam e as pessoas também.) Mas eu esperava que pelo menos algumas coisas podiam se repetir. Fiquei presa a sentimentos antigos, a pessoas que já se foram, a outras que se distanciaram, a vida que eu tinha sonhado quando era uma menina. Foi quando percebi que era por isso que estava sentindo um peso enorme nas costas. Agora que as coisas estão mais claras pra mim eu posso fazer uma faxina e tirar algumas coisas que não servem mais. Quero sentir a vida de forma leve, portanto vou deixar essa bagagem numa esquina qualquer. 

“O desapego é saber a hora de se despedir de coisas que não têm mais espaço na sua vida. Pode ser aquele sofá velho que habita sua sala de estar há anos, mas do qual você não se desfaz porque lembra a sua avó. Pode ser aquelas roupas que você nunca usou, mas guardou porque é egoísta demais para doá-las. Pode ser aquela panela sem alça que você ganhou de presente no seu primeiro casamento, mas não teve coragem de jogar no lixo. Pode ser aquele vidrinho de perfume que você guarda no fundo do guarda-roupa porque lembra o cheiro. Pode ser aqueles vidros de esmalte vazios que você coleciona. Pode ser memórias de pessoas que já se foram, mas que ainda prendem você ao passado. O desapego pode ser aprender a se despedir na marra, já que muitas vezes não temos escolha. O desapego é saber a hora de ir e deixar partir, e isso é essencial na vida de qualquer ser humano.



Quem dera todos soubessem a hora de levantar bandeira branca, reconhecer que acabou e transformar a reticência em ponto-final.”
                         
                                          Isabela Freitas


30 maio 2016

Wishlist de Junho!

Sei que a ideia era deixar a lista de desejados todo mês aqui no blog, mas por conta da bagunça que ficou minha vida eu acabei deixando meio de lado esse projeto (na verdade deixei o blog também). Mas não foi por descaso ou por não gostar do que estava fazendo, foi simplesmente por não dar conta. E como não sei fazer nada mais ou menos, achei melhor deixar pra quando eu estivesse melhor. E agora que as coisas começaram a se encaixar eu resolvi criar uma lista para junho, quem sabe eu não compre (ou ganhe) algum desses livros!

Wishlist de Junho:

            


                                                 
         


O Amor Nos Tempos de #LikesQuatro grandes booktubers se unem em uma coletânea que reinventa contos românticos na era digital. Os tempos mudaram, mas e o amor? Continua a dar aquele frio na barriga e fazer os jovens atravessarem quilômetros para viver uma paixão? Em O Amor nos tempos de #likes, quatro booktubers se inspiram em três histórias da literatura para criar suas versões de contos românticos na era digital. Uma bela, jovem e famosa youtuber com medo do amor; um casal inesperado em um encontro às escuras (literalmente) e dois meninos apaixonados por livros tentando entender quem são e o que querem são os protagonistas destes contos que evocam Orgulho e Preconceito (Pam Gonçalves), Dom Casmurro (Bel Rodrigues) e Romeu e Julieta (Pedrugo).

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Harry Potter e A Pedra Filosofal – Edição IlustradaPrimeiro dos sete livros da série que se tornou o maior fenômeno editorial de todos os tempos, com mais de 450 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, Harry Potter e a pedra filosofal chega às livrarias brasileiras em 1º de junho em edição ilustrada. Perfeita para a legião de fãs da série de J.K. Rowling e para as novas gerações que estão descobrindo a leitura, a nova edição é ilustrada por Jim Kay, ganhador da Kate Greenaway Medal, que fez um trabalho minucioso ao recriar o universo de Harry Potter em imagens e cores. Com projeto gráfico sofisticado, o livro, que traz o texto integral de J.K. Rowling, chega às lojas com capa dura, sobrecapa, miolo em papel couché e protegido por uma luva ilustrada.

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O Ano Em Que Disse Sim - Como Dançar, Ficar ao Sol e Ser Sua Própria Pessoa Um livro motivador da aclamada e premiada criadora e produtora executiva dos sucessos televisivos Grey’s Anatomy, Private Practice e Scandal, e produtora executiva de How to Get Away with Murder.

Você nunca diz sim para nada. Foram essas seis palavras, ditas pela irmã de Shonda durante uma ceia de Ação de Graças, que levaram a autora a repensar a maneira como estava levando sua vida. Apesar da timidez e introversão, Shonda decidiu encarar o desafio de passar um ano dizendo “sim” para as oportunidades que surgiam. Os “sins” iam desde cuidar melhor de sua saúde até aceitar convites para participar de talk shows e discursos em público. Além disso, Shonda deu um difícil passo: dizer sim ao amor próprio e ao seu empoderamento. Em O Ano em que disse sim, Shonda Rhimes relata, com muito bom humor, os detalhes sobre sua vida pessoal, profissional e como mergulhar de cabeça no “Ano do Sim” transformou ambas e oferece ao leitor a motivação necessária para fazer o mesmo em sua vida.

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Garota OnlineCom o nickname “Garota Online”, Penny escreve um blog no qual desabafa seus sentimentos mais íntimos sobre amizade, meninos, os dramas do colégio, sua família maluca e os ataques de pânico que começaram a dominar sua vida. Quando as coisas vão de mal a pior, sua família a leva para Nova York, onde ela conhece Noah, um garoto lindo que toca guitarra, e com quem ela parece ter muito em comum. 

De repente, ela percebe que está se apaixonando — e escreve sobre cada momento dessa história em seu blog, de maneira anônima. Só que Noah também tem um segredo, que ameaça arruinar o disfarce de Penny para sempre.

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Para Todos Os Garotos Que Já Amei Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

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Não Sou Uma Dessas Lena Dunham, apresenta uma coleção de relatos pessoais hilários, sábios e dolorosamente sinceros que a revelam como um dos jovens talentos mais originais da atualidade. Em Não sou uma dessas, Lena conta a história de sua vida e faz um balanço das escolhas e experiências que a conduziram à vida adulta.

Comparada a Salinger e a Woody Allen pelo New York Times como a voz de sua geração, Lena é conhecida pela polêmica que desperta e por sua forma única e excêntrica de se expressar e encarar a vida. Engajada, a autora revela suas opiniões sobre sexo, amor, solidão, carreira, dietas malucas e a luta para se impor num ambiente dominado por homens com o dobro da sua idade.

“Já estou prevendo a vergonha que sentirei por ter pensado que tinha algo a oferecer”, escreve Dunham. Mas “se eu puder pegar o que aprendi e tornar alguma labuta mais fácil para você ou evitar que você tenha o tipo de sexo em que sinta que deve continuar de tênis para o caso de querer sair correndo durante o ato, então cada passo em falso que dei valeu a pena.”


                                                                                                                                          Saraiva

20 janeiro 2016

Apaixonada por Histórias

Eu estou completamente apaixonada por esse livro! Eu que não sou muito fã de crônicas estou muito encantada com todas que eu li neste livro. Definitivamente Paula Pimenta é uma das minhas escritoras preferidas. Ela sabe relatar coisas do dia a dia com a maior simplicidade e ainda faz parecer um conto de fadas. Teve crônica que eu lia o título e pensava: “Acho que não vou gostar muito dessa.” E pra minha surpresa eu gostei de todas! Inclusive foi até difícil escolher a minha preferida, kkk (Algumas até me emocionaram.).

Eu acho que é a forma que a Paula escreve, a paixão que ela tem pelas palavras, pelo que faz, que faz com que o texto seja especial. Parece que eu estava vendo cada situação contada. Algumas eu dei risada, outras me levaram até minha adolescência, algumas me deram uma saudade do meu passado e outras eu quis esquecer (e confesso que desejei trocar de lugar com a Paula pra ter a mesma história que ela). O que eu quero dizer é que cada história me tocou de forma diferente, cada uma teve uma função, uma frase de impacto que me deixou pensativa ou com um sorriso no rosto.  Foi muito bom ter lido esse livro, fez eu me sentir muito bem. Tenho certeza que foi a melhor escolha pra começar as leituras do ano. Que 2016 traga mais leituras assim: leves, divertidas e com um gostinho de quero mais.

E sobre a Paula Pimenta eu só posso dizer que a admiro mais a cada dia (não só como escritora, mas como pessoa). É sempre bom quando a encontro em alguma tarde de autógrafo e ela sempre tão simpática me pergunta o que eu achei do novo livro. Ou quando ela me olha e diz que se lembra de mim. Fico realmente emocionada. Ela que tem tantos fãs  consegue se lembrar de cada um deles e ainda se importa com as opiniões de cada um sobre seu trabalho. Como não admirar alguém assim? Paula, não sei se você vai ler esse texto, mas quero que saiba uma coisa: Você é a melhor escritora brasileira! Sem dúvida você não é só boa em escrever romances, esse seu livro de crônicas demonstrou isso muito bem. Você consegue relatar cada etapa da vida de um jeito único. Faz a gente viajar pra outro mundo e acreditar nos sonhos, nos conto de fadas, que é possível ser feliz com a vida que temos. E eu agradeço por você ter largado a escrita jornalística e ter se tornado essa escritora fantástica de romances e de crônicas.


06 dezembro 2015

Divertida Mente (Inside Out)

O que falar dessa animação? Eu assisti sem grandes expectativas, achando que era apenas um desenho, mas me enganei.



Tudo começa com o nascimento de uma menina. De repente ela abre os olhos e... algo acontece em seu cérebro. As emoções ganham vida dentro da mente da menina, como se fossem pessoas controlando todas as suas decisões, dando conselhos nas situações do dia a dia. Alegria, Tristeza, Medo, Nojinho e Raiva são as emoções ativadas nessa animação, e que nos levam para um mundo completamente novo, onde encontramos aquele amigo imaginário que foi abandonado na infância, aquela lembrança antiga das brincadeiras em família, aquela amizade inseparável da escola antiga. Um lugar onde Riley (nome da personagem principal) guarda todo tipo de coisa, onde são produzidos os sonhos e também os pesadelos, onde se esconde os mais diversos tipos de medo, onde a alegria faz de tudo para que a vida seja perfeita.  Mas, assim como na vida real, nem tudo acontece da forma esperada. Nem tudo é só alegria e felicidade.

Riley vê sua vida ser virada de cabeça pra baixo quando sua família decide se mudar. Uma nova casa, nova escola e novos amigos fazem parte da sua nova vida e suas emoções acabam se agitando dentro de sua mente. A Alegria tenta fazer de tudo para colocar ordem no centro de controle, mas essa é uma missão difícil quando se tem a Tristeza o tempo todo ao seu lado.

Um filme divertido, encantador, que é capaz de nos fazer pensar sobre as várias etapas da nossa vida, sobre nossas emoções e nossas lembranças. E tudo isso de um jeito tão simples, que é impossível não se apaixonar por essa animação. Quem nunca parou pra pensar o que acontece na mente humana? O que acontece quando deixamos a tristeza, a raiva ou o medo dominar? 

Passamos por tantas coisas o tempo todo. Tantas transformações, tantas mudanças (tanto físicas quanto psicológicas) que acaba se tornando impossível ter o controle de tudo. E vira e mexe a vida também muda, as coisas, assim como as pessoas, acabam trocando de lugar: os amigos, a escola...Afinal estamos sempre amadurecendo com o passar dos anos. “O que poderia acontecer?”


30 novembro 2015

O Teorema Katherine (Parte 2)



Esse sem dúvida foi o meu livro favorito do John Green, mesmo que muitas pessoas tenham odiado.  Eu consegui vê muita coisa nele.  Não tinha nada a ver com essas histórias de amor que a gente lê ou assiste por aí. Trata-se de um amor real, que assim como surgiu, um dia teve que desaparecer. Trata-se da dificuldade de superar esse amor, de criar algo lógico pra justificar esse fim. Não vou contar o final, e muito menos vou me estender nessa discussão, pois já escrevi sobre o livro aqui. Mas posso dizer que a vida pode ser incrível quando a gente decide parar de pensar no problema e viver. Quando a gente passa a enxergar que nossas ações contribuem para cada relação que temos, que nem tudo será apenas culpa do outro (Sempre há 50% de chance pra cada, seja por excesso ou falta de ação.). Há muitas pessoas no mundo, só precisamos olhar melhor a nossa volta e permitir que as coisas aconteçam. Querer ser especial para ser importante não deve ser um objetivo de vida, pois você sempre será especial para as pessoas que gostam de você, não precisa inventar uma grande fórmula para isso.




                              “(...) o que é importante pra você define o seu nível de importância...”